Ptose Palpebral
A Ptose Palpebral é a queda da pálpebra superior por alteração do músculo elevador ou de suas estruturas de sustentação. Ela pode causar assimetria do olhar e, dependendo do grau, impactar a visão. O tratamento é individualizado: primeiro confirmamos o diagnóstico e a causa, avaliamos a função palpebral e então definimos a melhor estratégia cirúrgica para elevar a pálpebra com naturalidade e segurança.
Observação: ptose não é “só excesso de pele”. Muitas vezes pode coexistir com dermatocálase (excesso de pele) — por isso a avaliação é tão importante.
Benefícios
- Melhora do alinhamento e simetria das pálpebras;
- Olhar mais aberto, com expressão mais descansada;
- Quando havia obstrução do eixo visual, melhora funcional (de acordo com o caso);
Diferenciais
- Investigação criteriosa para diferenciar ptose de excesso de pele e de outras causas de “pálpebra caída”;
- Planejamento voltado a função e estética: abertura do olho, contorno e harmonia facial;
- Acompanhamento pós-operatório para ajuste fino quando necessário;
FAQ
Como sei se tenho ptose?
Sinais comuns: um olho parece menor, a pálpebra cobre mais a íris e a assimetria varia ao longo do dia. A confirmação é feita no exame clínico.
Ptose tem tratamento sem cirurgia?
Na maioria dos casos estruturais, o tratamento efetivo é cirúrgico. A indicação depende da causa e do grau.
Ptose pode voltar?
Resultados são duradouros, mas a resposta depende de fatores individuais e do envelhecimento natural. Em alguns casos, revisões podem ser discutidas.
É possível corrigir ptose e fazer blefaroplastia junto?
Sim, quando indicado, pode ser planejado no mesmo procedimento para tratar excesso de pele e posicionamento palpebral de forma harmônica.